segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Chapter 1: O nascimento do Sol – Parte I

Chapter 1: O nascimento do Sol – Parte I

Animago Mortis – Solstício.
Resumo: Fanfic da Fanfic Animago Mortis. Versão paralela e alternativa à trama. Um presente de Natal aos leitores de Animago Mortis, fãs de Nicolai e adeptos ao shipper ND/HG. Por favor, não confundir os fatos desta fic com a fic original. O que aqui está escrito pode ou não vir a acontecer em Animago Mortis.


Animago Mortis Solstício.
Capítulo Único – O Nascimento do Sol – Parte I.

"Olá, Hermione.
Como estão as coisas em Hogwarts?
Sei que deve estar estranhando muito esta carta, já que nunca enviamos uma carta a você em todos esses anos que esteve estudando fora, mas desta vez é algo muito importante que seu pai e eu gostaríamos de lhe pedir.
Não se alarde, filha, não é nenhuma notícia grave.
Apenas gostaríamos muito de que você viesse passar esse Natal com sua família.
Papai e Mamãe estão hospedados aqui e passarão o Natal junto conosco.
Você sabe que a saúde de sua Avó tem-se debilitado muito nos últimos anos e ela fala de você o tempo inteiro. Sua Avó quer muito lhe ver, querida, trouxe-lhe muitos presentes feitos por ela mesma... até roupinhas para o Shanks ela tricotou!
Não quero que você fique preocupada e também não quero fazer chantagem emocional, mas é necessário que você venha para casa neste Natal, talvez seja o último em que possamos estar todos reunidos...
Queremos muito que você venha, filhinha.
Também estamos com muitas saudades!
Beijos da sua mãe e seu pai que te amam muito!
Joanne "

Hermione inspirou fundo, fechando os olhos na tentativa de inibir as lágrimas que se formaram. Baixou a carta sobre a longa mesa de refeições do Salão Principal e aguardou alguns instantes até se acalmar e seu coração voltar aos batimentos normais.
 
"—Essa é boa.. como ela espera que eu não fique preocupada com uma carta dessas?"

Ouviu um chamado por seu nome vindo de longe, como se estivesse muito distante, até se dar conta de quem a chamava era Harry, sentado a sua frente. Rony, Neville e Ginny dispensavam-lhe olhares de curiosidade e preocupação; os outros alunos da Grifinória também olhavam para Hermione muito curiosos, tanto que um incômodo silêncio pairava sobre a mesa da Casa, afinal, todos aqueles que conheciam a garota sabiam que era raro ela receber uma carta e das vezes em que recebeu continham conteúdos nada agradáveis.

—Mione, o que aconteceu? O que diz essa carta? Você está quase chorando! – Perguntava um aflito Harry que se debruçava sobre a mesa para encarar a amiga mais de perto.

Hermione olhou confusa para Harry e depois para seus outros amigos até perceber que todas as cabeças na mesa da Grifinória estavam voltadas para ela em crescente curiosidade e expectativa. A garota gaguejou para responder:

—Eeh.. n-não.. n-nada! – Hermione engoliu o pranto e retomou sua compostura. —N-não é nada de mais. É só uma carta da minha mãe pedindo para que eu passe o Natal em casa.. só isso!

—Ah, qual é Mione?! Parecia que você ia cair no choro! Tem mais alguma coisa nessa carta.. o que é? – Perguntou Rony, instigando-a com sua impaciência.

—Ron, eu disse que não é nada de mais, eu só... – Neste instante Hermione sentiu uma ardência no peito que a fez instintivamente voltar sua atenção para a mesa da Sonserina.

Nicolai a olhava apreensivo com o coração apertado, embora ninguém além de Hermione seria capaz de notar a aflição que vinha daquele olhar frio. Ele sabia muito bem que não era nada comum a garota receber uma coruja e, principalmente, conhecia muito bem aquela expressão de amargura... há algo muito ruim naquela carta, ou melhor, nas entrelinhas que Hermione compreende muito bem.

Sua vontade era de levantar-se dali e ir direto à menina, mas isso iria atrair ainda mais olhares curiosos para ela. Já estava sendo muito inconveniente todos aqueles grifinórios olhando-a intensamente, tanto que já chamavam a atenção de alguns alunos da Lufa-Lufa; não era necessário chamar a atenção dos Sonserinos também e ter que suportar ouvir comentariozinhos maldosos.

Tempo e espaço pararam naquele instante... ele sabia muito bem tudo que se passava em seu coração naquele momento, já ela... a sua aflição era saber que ele a conhecia tanto a ponto de saber suas emoções apenas por pequenos detalhes.

—Oh, Merlin... vovó fez roupinhas até para o Shanks…

—Mione! Acorda! Droga! Você vai o não falar pra gente o que tem de tão grave nesta carta?

Hermione girou a cabeça de um lado para outro em fúria a fim de espantar aquele semi-transe, amassando a carta em suas mãos.

—Não é nada garotos! Foi apenas inesperado!

A garota levantou-se rápido da mesa, já juntando seu material e enfiando a carta que recebeu da mãe dentro do livro de Poções, largando o desjejum sem antes beber um gole sequer de chá. Com isso, além dos alunos da Grifinória, quase todos os alunos da Lufa-Lufa, cujas mesas eram próximas uma da outra, dispensaram sua atenção à Hermione. O mesmo aconteceu com alguns professores na mesa principal e um ou outro aluno mais atento da Corvinal e Sonserina.

Hermione sentiu as faces enrubescerem e arderem pela atenção que estava chamando. Desde o ocorrido em Hogsmeade, há quatro meses, ela virou a celebridade por ali, logo tudo que saía um milímetro da linha que ela havia projetado para si durante sete anos de Hogwarts já era motivo para picuinhas. Não apenas ela era vítima de fofocas, mas também Pavel, embora o rapaz tenha imposto certo respeito aos colegas de sua Casa, Sonserina, os que não perdem uma oportunidade de zombar de qualquer Grifinório que seja – principalmente se esse Grifinório ser o atual Monitor Chefe de Hogwarts. Mas, no caso do rapaz, as fofocas vinham do outro lado: Grifinória.

Ao menos ele tinha a devida presença de espírito de não pô-los em situações delicadas, mantendo-se sempre à distância e aparentando indiferença quanto à Hermione enquanto não era necessário a tutela a ele, como Dumbledore determinou que fossem os primeiros meses. Mas ela era seu ponto de referência neste novo mundo ao qual ele tinha que se readaptar e reaprender a viver... o lado altruísta da garota jamais lhe permitiria virar as costas a quem precisasse, seja lá quem fosse.

A garota abraçou seus livros contra o peito e saiu o mais rápido possível do Salão Principal, sendo, obviamente, acompanhada por diversos olhares curiosos e alguns cochichos incômodos. Harry voltou-se à mesa da Sonserina, após ver Hermione desaparecer corredor afora. Nicolai também havia acompanhado a saída da garota, porém sem alardes. Harry sempre esperava encontrar algum olhar ou gesto de desafio no rapaz para consigo, algo que lhe desse motivos reais para odiá-lo, mas, mais uma vez, isso foi frustrado.

Após a saída de Hermione, Nicolai voltou novamente toda a sua atenção ao seu desjejum, levando a xícara com o chá preto e leite à boca calmamente, ignorando o olhar atiçador de Harry, que sabia estar sendo dirigido a ele naquele instante. A última coisa que faria no mundo seria arranjar qualquer intrigazinha infantil com um moleque que tinha metade de sua idade.

Harry soltou um muxoxo de raiva e virou-se para frente, encarando suas torradas com geléia sobre o prato posto diante de si. Rony balançou a cabeça em negativa, levando a mão aos olhos; Ginny cruza os braços sobre a mesa e encara impaciente o amigo que parecia indignado.

—Esse Donskoi é uma víbora! Sempre se fazendo de sonso, mas eu tenho certeza que no fundo ele... o que foi Ron? Gin? Lá vêm vocês com críticas de novo?!

—Você quer encontrar um motivo para brigar com Donskoi... ele é Sonserino, mas não é Malfoy! – Dizia Ginny, mexendo seu suco com uma colher de cabo longo.

—Você tá é paranóico, cara! Come logo suas torradas e pára de ficar procurando cabelo em ovo! – Rony enfiava uma torrada na boca enquanto tacava uma uva em Harry na intensão de fazê-lo acordar para a realidade.

Harry cruzou os braços sobre a mesa aborrecido. Já não tinha formas para argumentar e contra-argumentar com seus amigos... talvez ele fosse mesmo paranóico, mas não conseguia assimilar a idéia de que entre Hermione e Nicolai houvesse apenas um restrito relacionamento de tutela imposto por Alvo Dumbledore, a fim de auxiliar o rapaz na sua readaptação ao mundo humano. Sabia que da parte de Hermione não havia absolutamente nada, mas temia que Donskoi tivesse algum interesse na menina, principalmente por causa do tempo em que viveu com ela enquanto era apenas Crookshanks. Tudo bem, o cara jamais demonstrou qualquer coisa, afinal ele era uma pedra de gelo de tão sorumbático, mas era preciso estar sempre em alerta, como muito bem ensinou Alastor Moody.


Hermione precisava ficar sozinha por uns instantes e iria aproveitar esse tempo ainda vago antes da aula de Poções para espairecer no único lugar onde não encontraria qualquer aluno a esta hora da manhã: a biblioteca.
 
A garota entrou e rumou direto para as últimas mesas do imenso salão, jogando seus livros e sua mochila sobre a mesa redonda. Encostou-se na mesa e levou as mãos espalmadas ao rosto, respirando cansada e profundamente.

Após se acalmar, passou a apreciar a luz que adentrava as janelas da biblioteca. Pelo lado de fora a paisagem branca pela neve que havia caído a noite inteira formava um cenário quase surreal. Montinhos de neve se acumulavam nos cantos de fora do parapeito da janela e, mesmo com todo aquele frio, alguns pássaros pareciam brincar pelo céu aproveitando os fracos raios de um sol pálido.

Hermione fixou sua visão ao livro de Poções que estava ao seu lado na mesa, ponderando qualquer coisa a respeito por alguns minutos, até que puxa de dentro dele a carta enviada por sua mãe. Com cuidado, vai desamassando o papel que comprimiu em suas mãos pela tensão, enquanto relia palavra por palavra escrita na caligrafia quase ilegível de Joanne.

Involuntariamente segurou sua respiração ao ouvir o rangido da pesada porta de carvalho da biblioteca sendo aberta. Sem se dar ao mínimo trabalho de olhar por sobre o ombro para ver quem havia entrado, Hermione ficou na tentativa de adivinhar quem poderia ser, apurando seu ouvidos. Alguém na biblioteca aquela hora só poderia ser a sua procura, então deveria ser Harry, Rony, Ginny ou Neville... mas a porta se fechou e os sons subseqüentes eram de passos seguros e determinados, logo não poderia ser de nenhum de seus amigos.

Apenas olhou por sobre o ombro e suspirou como de exaustão, voltando sua atenção para a carta de sua mãe que ainda segurava em suas mãos.

—Ah, Donskoi... é você.

Oh, puxa, também estou feliz em lhe ver, Hermione. – Nicolai olhava a paisagem branca através da grande janela a sua frente, parando próximo à Hermione, mantendo as mãos aquecidas nos bolsos de sua capa de inverno.

—Hunf! O cinismo sonserino de sempre... esteve me vigiando novamente, não é mesmo? – Hermione descia da mesa onde estava sentada, virando-se para seu material e arrumando seus livros uns sobre os outros, tentando disfarçar a ansiedade que sempre sentia quando estava na presença do animago. —Não gosto que faça isso. Já tive muita dor de cabeça com as especulações maldosas desse pessoal desocupado. Não quero que comece tudo de novo!

'Vigiando' é um termo impróprio demais, não acha? E depois.. não é segredo para ninguém que me preocupo com você e de que é muito importante para mim, Hermione. – Nicolai debruçou-se na mesa, apoiando-se pelas mãos, encarando a garota que tentava se fazer de indiferente. —O que havia naquela carta? Eu senti a sua aflição e quero saber o motivo...

Hermione estancou no movimento e parou, ponderando por alguns instantes se contava ou não sobre o conteúdo da carta... aquilo estava oprimindo seu peito e gostaria muito de desabafar com alguém e... por mais estranho que poderia ser, Pavel era o mais apropriado para ouvir, não apenas por ser uma pessoa madura o suficiente para não vir com comentários inúteis e críticas desnecessárias, mas por conhecer bem como é sua vida fora de Hogwarts, uma vez que ele é – por mais que ela tente se negar quanto a isso – Crookshanks.

A menina abriu o livro de Poções e, titubeante, pega a carta de sua mãe, ainda indecisa se deveria falar sobre isso ao garoto ou simplesmente ignorar a importância dele.

Você não precisa me mostrar a carta, Hermione... apenas gostaria que me dissesse o que a deixou tão mal.

—Na verdade.. não há nada de mais aqui... acho que eu é quem ando fazendo drama para tudo nos últimos tempos. – Hermione alcança a carta a Nicolai, encarando-o pela primeira vez desde que ele entrou ali na biblioteca. Encontrar os mesmo olhos dourados de Crookshanks nele sempre lhe gelava o estômago. Encará-lo sempre a deixava insegura acerta de si mesma, sobre suas próprias opiniões, emoções e sentimentos. —Pode ler, se quiser...

Nicolai toma a carta em suas mãos, com um esboço de sorriso no rosto, desdobrando o papel e só então desviando a vista de Hermione para ler.

Ah, esses garranchos... é uma carta da Sra Granger! Milagres realmente existem! ... Ei! A Vovó fez novas roupinhas para mim! – seus olhos percorriam com rapidez as linhas mal escritas da carta e o seu sorriso se desvanecia em algumas passagens, até chegar ao final da leitura.

O garoto subiu seus olhos para Hermione, que o olhava apreensiva na expectativa de ouvir o que ele tinha a dizer a respeito. Nicolai, enquanto Crookshanks, conhecia muito bem sua vida e sua família, sendo o xodó daquela casa e o que mais recebia mimos de sua avó depois da própria neta... logo, talvez ele percebesse a gravidade daquilo que estava subscrito naquela carta.

A vovó, Hermione... o estado de saúde dela é tão grave assim a ponto de seus pais acharem que... – Nicolai se interrompeu ao ver os olhos rasos d'água de Hermione, que não conseguia disfarçar o quanto tudo aquilo lhe doía. —Ah, Hermione... eu sinto muito mesmo!

—Quer dizer que você realmente se importa? De que mantêm os mesmo sentimentos de Crookshanks? – Hermione vira-se de costas para o rapaz, cruzando os braços sob as mangas largas da capa negra e parando em frente a janela de vidro. —Não! Não precisa responder.. eu sei o que vai dizer. Agora você sabe o motivo da minha aflição, mas tudo vai ficar bem! Eu tenho certeza que sim!

Hermione já não consegue conter as lágrimas e tenta inutilmente enxugar as que caem em seu rosto. Por que maldições ela nunca conseguia esconder suas emoções perante Pavel, como ela sempre fazia com todos os outros?! Será que, instintivamente, ela ainda via nele o seu gatinho de estimação Crookshanks, o seu confidente?!

Eu irei com você.

—C-como?! – Hermione vira-se abruptamente, com o cenho franzido e torcendo para que tivesse escutado errado.

Eu irei com você...

—N-não.. claro que não! Perdeu o juízo, Donskoi?!

Tá, tudo bem.. não Donskoi, mas Crookshanks.

—Presta atenção, Donskoi: você não vai para casa comigo nem de uma forma e nem de outra, entendeu! Você é um ser humano, tem a sua própria vida e nós não temos nada a ver um com outro!

...apenas porque você não quer, Srta Granger...

Hermione corou furiosamente e ficou estática por alguns instantes sem saber o que responder. Nicolai permanecia com sua típica expressão de tranqüilidade, mas o sorrisinho de satisfação que o rapaz trazia no rosto soou para Hermione algo com escárnio, que a fez acordar e tomar qualquer atitude.

Brava, juntou seu material como pode, jogando a mochila sobre os ombros e sobraçando seus livros.

—Às vezes é impossível conversar com você, sabia Pavel?! – Furiosa, a garota passou por Nicolai com um esbarrão para abrir o caminho. Quanto a ele, não conseguiu conter uma risada com a situação, deixando Hermione ainda mais ruborizada.

Hahah! Adoro quando você se entrega, minha querida! Ninguém mais me chama pelo primeiro nome além de você, embora você só o faça sob pressão. Por que não deixa esse orgulho de lado e dê vazão aos seus sentimentos? Estamos perdendo tempo à toa e por bobagens...

O tom de voz e o sorriso sarcástico de Nicolai só deixaram Hermione ainda com mais raiva... raiva de si mesma por falar demais, por ficar ansiosa na presença dele. A garota pegou o primeiro livro da pilha que carregava nos braços e atirou sem dó no rapaz, que sacou de imediato sua varinha e lançou um "impedimenta" contra o livro que tornou-se lento e desabou ao chão antes de atingi-lo.

—Insuportável! E vá esquecendo dessa idéia de ir para a minha casa! Lá você não volta nunca mais, Donskoi! Nem você e nem Crookshanks!

Hermione girou em seus calcanhares e saiu às pressas, batendo com raiva a porta da biblioteca. Nicolai permaneceu estático até que a porta estivesse fechada e ele estivesse a sós com o estrondo que reverberou por todo o ambiente. Baixou sua vista para o chão, onde o livro de Hermione estava caído de qualquer jeito aos seus pés. Abaixou-se e virou a capa para cima, deixando o título – Poções – visível e só então levantou-se, limpando com a mão a poeira que ficou.

—Ah, minha querida Hermione... por mais de vinte anos fiquei impedido de celebrar o Solstício... não será agora, depois de finalmente vencer a Animago Mortis, que não retornarei à tradição. Celebrarei o Nascimento do Sol ao seu lado... celebrarei o acontecimento mais importante da Terra ao seu lado, a pessoa mais importante da minha vida... nem que seja como Crookshanks.


Semana 3 antes do Solstício de Inverno/Verão...
Animago Mortis – Solstício.
By SnakeEyes – Dezembro de 2004.

N/A:
Já tá escrito lá no topo que trata-se de um Especial, um "presente de Natal" para os leitores de Animago Mortis. Logo, só vai dar pra entender alguma coisa mais profunda se você ler a dita cuja.
Quem conhece Snake Eyes sabe que não existe fic curta com ele. Não que eu não goste ou não queira fazer: simplesmente não consigo. O meu talento para embromation é forte demais e acaba dando nisso... sim, era pra ser uma fic curta, num único capítulo, mas, como pode perceber, não resolvi absolutamente nada em 8 páginas. Então a coisa vai ser assim: aqui no FFnet a fic será publicada em partes (e haverão 3 partes... espero ), sendo todas um único capítulo. E essas partes serão publicadas uma por semana até o Natal - sendo o final no Natal, completando o presente. Genial isso, não? Não! Completamente estúpido de alguém meio enrolado na vida.
E qual é a desse presente?
Nada de mais. Só queria dar às leitoras aquilo que elas tanto pediam nos reviews da fic original... como ainda não decidi o que irá acontecer em Animago Mortis, resolvi criar um paralelo e mostrar aquilo que as garotas tanto pedem. Essa idéia já vinha germinando há muitas semanas, mas a ameba aqui só começou a fazer agora... ppfff.
PORTANTO.. não confundir os fatos aqui retratados com a fic original... da mesma forma que não existe, por exemplo, RW/HG no Livro de HP, na fic Animago Mortis também não existe nenhum ND/HG, sacou?
Mas não existe lei alguma no mundo que impeça a imaginação das pessoas, impeça que se especule...
Recado: Quanto à Animago Mortis, novos capítulos somente em janeiro - e não adianta ameaçar, sorry! Meu horário livre de compromissos se reduziu ainda mais, agora são 4 horas por dia, basicamente.. e isso não dá pra nada e pra escrever algo dá menos ainda.. este cap, por exemplo, levou a semana inteira pra ficar pronto. É triste.. vida de gente grande é muito ingrata!

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